Anemômetros
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MEDIÇÃO
DA VELOCIDADE
DO AR COM TUBO
DE PITOT Em
sistemas de ar condicionado e operações de aquecimento e
ventilação é fundamental o conhecimento
das técnicas usadas para determinar a velocidade do ar.
Nesta área, a velocidade do ar (distância percorrida pelo ar
por unidade de tempo) é geralmente expressa em metros por segundo (m.p.s)
ou pés por minuto (f.p.m.). Multiplicando-se
a velocidade do ar pela área da secção transversal de um duto,
determina-se o volume de ar que passa pelo duto, por unidade de tempo.
O volume do fluxo é geralmente medido em metros cúbicos por
segundo (m.c.s.) ou pés cúbicos por minuto (c.f.m.). As
medições de velocidade e de volume do ar podem ser realizadas, muitas
vezes, com informações
de projetos ou de manuais de engenharia para avaliar o desempenho
adequado ou inadequado de um sistema de fluxo de ar.
Os mesmos princípios usados para determinar a velocidade do ar são
válidos também para se trabalhar com transporte pneumático, fluxo de
gás combustível e sistemas de processamento com gás.
Entretanto, nessas áreas, as unidades comuns de velocidade e
volume, às vezes, são diferentes das unidades usadas em sistemas de ar
condicionado. Geralmente
usamos ventiladores ou insufladores para movimentar o ar.
Eles atuam impondo movimento e pressão ao ar pela ação de uma
hélice ou de uma pá rotativa. Quando a força ou pressão das palhetas
de um ventilador colocam o ar em movimento, este ar em movimento, devido
ao seu peso e à sua inércia, adquire uma força ou pressão
em sua direção de movimento.
É por este motivo que uma bandeira tremula ao vento, ou seja, ao
fluxo do ar. Esta força
é chamada de pressão de velocidade .
É medida em polegadas de coluna d’água (w.c.) ou fluviômetro
(w.g.). Em sistemas de
dutos, sempre se encontra presente uma segunda pressão.
Esta independe da velocidade ou do movimento do ar.
Conhecida como pressão estática, ela atua igualmente em
todas as direções. Em
sistemas de ar condicionado esta pressão também é medida em polegadas
de coluna d’água ou em milímetros de coluna d’água (mmca). Em
sistemas de pressão e de suprimento, a pressão estática será
positiva no lado da
descarga do ar do ventilador. Em
sistemas de exaustão, existirá uma pressão estática negativa do lado
da admissão de ar do ventilador. Se
um ventilador for instalado em um sistema de dutos, a meio caminho entre
a admissão e a descarga do ar, é normal que haja pressão estática
negativa no lado da admissão de ar do ventilador e pressão estática
positiva no lado da descarga do ar. Pressão
total é a combinação de pressão estática com pressão de
velocidade, e é expressa nas mesmas unidades de medida.
O conceito de pressão total é importante e útil por ser
fácil de se determinar e, embora a pressão de velocidade não seja fácil
de se medir diretamente, ela pode ser facilmente determinada
subtraindo-se a pressão estática da pressão total.
Esta subtração não precisa ser feita matematicamente.
Pode ser calculada com instrumentos apropriados.
MEDIÇÃO
DA PRESSÃO
ESTÁTICA Para
a maioria das aplicações industriais e científicas, as únicas medições
de ar necessárias são as de pressão estática, pressão total e
temperatura. Conhecendo-se
estes dados, a velocidade e o volume do ar podem ser prontamente
calculados. Para
se medir a pressão estática, seis tipos de dispositivos podem ser
usados. Estes são
conectados à tubulação com um instrumento indicador de pressão.
A
Fig. 1-A mostra uma medição simples de pressão estática através
da parede. Trata-se de uma
abertura de canto vivo, livre de arestas, através de uma parede de
condutor, provida de um tipo de conexão de tubulação no lado externo.
O eixo desta abertura precisa estar em
sentido perpendicular com a direção do fluxo de ar.
Este tipo de conexão é usado quando o fluxo de ar é
relativamente lento, suave e sem turbulência. Se houver turbulência, o impacto, a aspiração ou a
distribuição desigual do ar em movimento
na abertura pode reduzir significativamente a precisão das
leituras. A
Fig. 1-B mostra o Modelo A-308 para pressão estática, distribuído
pela Hygro-Therm. Projetado
para instalação simples, é econômico e proporciona medição precisa
de pressão estática em correntes de ar suaves, a velocidades até
1.500 pés por minuto ou 7.62 metros por segundo. A
Fig. 1-C mostra um tubo simples através da parede. As limitações deste tipo de medição de pressão estática
são semelhantes às do tipo 1-A de parede. A
Fig. 1-D mostra uma ponta de pressão estática, ideal para aplicações
com queda de pressão estática em filtros de ar industriais e
serpentinas de refrigeração. Neste
caso a probabilidade de turbulência do ar requer que as aberturas para
medição da pressão sejam localizadas distante das paredes do duto
para minimizar o impacto e a aspiração do ar, assegurando, desta
forma, a precisão das leituras. Para
uma instalação permanente deste tipo utilizam-se os Modelos A-301
ou A-302, distribuídos pela Hygro-Therm, os quais detectam a
pressão estática através de orifícios radialmente perfurados, próximos
ao bico, e podem ser usados em velocidades de fluxo de ar de até 12.000
pés por minuto ou 60 metros por segundo. A
Fig. 1-E mostra a Ponta para Medição de Pressão Estática Modelo
A-305, distribuída pela Hygro-Therm. Apropriada
para medir a pressão estática de baixa resistência, foi
projetada para uso em ar carregado de poeira e para aplicações de
resposta rápida. É
recomendada para uso em locais com pressão de atuação muito baixa
para um pressostato ou para um manômetro de pressão diferencial – ou
nos casos em que o tempo de resposta seja crítico. Nas
condições de campo, a turbulência do ar dentro de um duto ou no pleno
muitas vezes torna impossível instalar e alinhar rapidamente um sensor
rígido de pressão estática para se obter leituras precisas. Nessas circunstâncias, o Sensor de Pressão Estática
Trail-Tail® (Fig.1-F),
distribuído pela Hygro-Therm, pode ser rapidamente introduzido no duto,
através de um pequeno orifício, entrando automaticamente em
alinhamento com a corrente de ar. Os
orifícios para a verificação da pressão neste dispositivo formam um
ângulo de 90° com a direção do
ar propriamente dito, proporcionando leituras rápidas,
consistentes e precisas. MEDIÇÃO
DA PRESSÃO TOTAL E DA PRESSÃO DE VELOCIDADE Para
medir a pressão estática, não poupamos esforços para eliminar os
efeitos do movimento do ar. Para
medir a pressão de velocidade, é necessário determinar
esses efeitos de forma completa e precisa.
Isto geralmente é feito com um tubo de impacto que penetra
diretamente no contrafluxo da corrente de ar.
Este tipo de sensor é chamado de “captador de pressão
total”, uma vez que recebe os efeitos tanto da pressão estática
quanto da pressão de velocidade, substituído com vantagem pelo tubo de
Pitot.
Observe,
na Fig. 2, que conexões separadas de pressão estática (A) e de pressão
total (B) podem ser conectadas simultaneamente ao longo de um manômetro
(C). Quando a pressão estática
é aplicada em ambos os lados do manômetro, seu efeito é cancelado e o
manômetro indica somente a pressão de velocidade.
Para
converter pressão de velocidade em velocidade propriamente dita, são
necessários cálculos matemáticos, referência a gráficos ou curvas,
ou a calibração prévia do manômetro para indicar diretamente a
velocidade. Na prática,
este tipo de medição é feita geralmente com um tubo de Pitot que
engloba sensores tanto de pressão
estática como de pressão total em uma única unidade.
Em
essência, um tubo de Pitot consiste de um tubo de impacto (que recebe a
entrada da pressão total) fixado concentricamente dentro de um segundo
tubo, de diâmetro ligeiramente maior, que recebe a entrada da pressão
estática através de orifícios sensores radias ao redor da
sua extremidade. O
espaço de ar entre os tubos
interno e externo permite a transferência de pressão dos orifícios
sensores para a conexão de pressão estática na extremidade oposta do
tubo de Pitot e, em seguida, através de tubulação de conexão, para o
lado da pressão baixa ou negativa de um manômetro.
Quando o tubo de pressão total está conectado ao lado da pressão
alta do manômetro, a pressão de velocidade é indicada diretamente.
Observe na Fig. 3.
Sendo
o tubo de Pitot um dispositivo captador, primário, padrão, utilizado
para calibrar todos os demais dispositivos medidores da velocidade do
ar, é indispensável que se dedique um
grande cuidado ao seu projeto e à sua fabricação.
Nos tubos de Pitot
modernos, o projeto adequado do nariz ou ponta – juntamente com a distância
suficiente entre a ponta, a tomada de pressão estática e a haste –
minimizam a turbulência e a interferência.
Isto permite o seu uso sem correções ou calibrações.
Todos os modelos de Tubo de Pitot distribuídos pela Hygro-Therm
são fabricados de acordo com os padrões AMCA e ASHRAE
e possuem fatores de calibração unitária para assegurar a sua
precisão. Para
assegurar leituras precisas de pressão de velocidade, a ponta do tubo
de Pitot deve estar dirigida diretamente para a corrente de ar (em
paralelo com a mesma). Como
a ponta do tubo de Pitot está paralela ao tubo de saída da pressão
estática, o tubo pode ser
usado com um ponteiro para alinhar corretamente a ponta to tubo de Pitot.
Estando o tubo de Pitot corretamente alinhado, a indicação da
pressão será máxima. Como
não se pode realizar leituras perfeitas em uma corrente de ar
turbulenta, o tubo de Pitot deve ser inserido no duto, no sentido da
direção do fluxo de ar, a uma distância dos cotovelos, das curvas ou
de quaisquer outras obstruções causadoras de turbulência de pelo
menos 8,5 vezes o diâmetro do duto.
Para assegurar medições bem precisas, aletas de alinhamento
devem ser localizadas, no sentido contrário à direção do fluxo de
ar, a uma distância do tubo de Pitot correspondente a 5 vezes o diâmetro
do duto. COMO
REALIZAR LEITURAS TRANSVERSAIS Em
situações práticas, a velocidade da corrente de ar não é uniforme
através de um duto. O
atrito reduz a velocidade do ar que se move junto ás paredes do duto,
assim, a velocidade do ar
é maior no centro do duto. Para
se obter a velocidade média total do ar em condutores com diâmetro de
4 polegadas ou mais, é necessário realizar uma série de leituras da
pressão de velocidade em diferentes pontos eqüidistantes de uma mesma
secção transversal do condutor. Recomenda-se
um padrão formal de leituras de pontos através da secção transversal
do condutor. Dá-se a este
método o nome de leituras transversais.
A figura 4 mostra as localizações recomendadas do tubo de Pitot
para leituras transversais em dutos redondos e retangulares.
.
Em
dutos redondos, as leituras de pressão de velocidade devem ser
realizadas em centros de áreas concêntricas iguais.
Pelo menos 20 leituras devem ser realizadas ao longo de dois diâmetros.
Em dutos retangulares, um mínimo de 16 leituras e um máximo de
64 deve ser realizado no centro de secções transversais retangulares
de igual área (áreas retangulares iguais).
As velocidades propriamente ditas para cada área são calculadas
a partir das leituras individuais da pressão de velocidade.
Este método possibilita a inspeção das leituras e da
velocidade quanto a erros e
inconsistências. Em
seguida é tirada a média das velocidades. Realizando-se
leituras com o tubo de Pitot com extremo cuidado, a velocidade do ar
pode ser determinada com uma precisão de ± 2%.
Para se obter a máxima precisão deve-se observar as seguintes
precauções: 1.
O diâmetro do duto deve ser pelo menos 30 vezes maior do que o
diâmetro do tubo de Pitot. 2.
Situe o tubo de Pitot, dentro de uma secção retilínea do duto,
distante dos cotovelos, mudanças de dimensão e obstruções, pelo
menos 8,5 vezes o diâmetro do duto contra a corrente de ar e pelo menos
5 vezes o diâmetro do duto a favor da corrente de ar. 3.
Situe um alinhador de fluxo tipo caixa de ovos distando do tubo
de Pitot 5 diâmetros do duto contra a corrente de ar. 4.
Efetue agora uma leitura transversal completa e precisa da
velocidade do ar. Em
dutos pequenos, ou quando as operações transversais são impossíveis,
pode-se obter uma precisão de ± 5% colocando-se um tubo de Pitot no
centro do duto. Efetue a
leitura da velocidade e depois multiplique o resultado por 0,9 para
obter uma média aproximada da velocidade do ar. CÁLCULO
DA VELOCIDADE DO AR PELA PRESSÃO DE VELOCIDADE Os
Manômetros para uso com tubo de Pitot são oferecidos com duas opções
de tipos de escala. Alguns
são fabricados especificamente para a velocidade do ar e são
calibrados diretamente em pés por minuto ou metros por segundo.
São adequados para condições de ar padrão, ou seja: densidade
de 0,075 lbs por pé cúbico, que corresponde a ar seco a 70°F (21,1°C),
e pressão barométrica de 29,92 polegadas de mercúrio (760 mm Hg/101,4
Kpa). Para corrigir a leitura da velocidade para outras condições
diferentes da padrão é preciso conhecer
a densidade real do ar. Esta
pode ser calculada se forem conhecidas a umidade relativa, a temperatura
e a pressão barométrica. A
maioria das escalas manométricas é calibrada em polegadas coluna de água
ou mm CA. Com as leituras fornecidas por este tipo de
instrumento, pode -se calcular a velocidade do ar usando-se a
seguinte fórmula básica:
CÁLCULO DA VELOCIDADE DO AR PELA PRESSÃO DE VELOCIDADE
VELOCIDADE DO AR PARA CNPT
CÁLCULO DA DENSIDADE DO AR SECO
Com
ar seco a 29,9 polegadas de mercúrio, a velocidade do ar pode ser lida
diretamente nas curvas do gráfico no final deste Boletim.
Para ar parcial ou totalmente saturado será necessária uma
correção adicional. Para poupar tempo na conversão da pressão de
velocidade em velocidade
do ar, pode-se usar a Calculadora de Velocidade do Ar Modelo HT-536
distribuída pela Hygro-Therm – uma régua deslizante simples, que
dispõe de todos os elementos necessários para calcular a velocidade do
ar com rapidez e precisão. É incluída como acessório em todos os tubos de Pitot
fornecidos pela Hygro-Therm. Para
usar a Calculadora de Velocidade do Ar: 1.
Ajuste a umidade relativa na escala fornecida.
Na escala oposta ajuste a temperatura conhecida do bulbo seco,
leia o fator de conversão. 2.
Ajuste a temperatura sob a escala da pressão barométrica.
Leia a densidade do ar sobre o fator de conversão mencionado
no item 1 (acima). 3.
No outro lado da régua calculadora, ajuste a leitura da
densidade do ar recém obtida na escala fornecida. 4.
Sob a leitura do tubo de Pitot, (pressão de velocidade, KPa,
polegadas coluna de água) leia a velocidade do ar, em pés por minuto. DETERMINAÇÃO
DO FLUXO DE VOLUME DO AR Uma
vez conhecida a velocidade média do ar, o índice de fluxo de ar, em pés
cúbicos por minuto, será facilmente calculado por meio da seguinte fórmula
DETERMINAÇÃO
DO VOLUME DE AR ATRAVÉS DA RESISTÊNCIA CALIBRADA Fabricantes
de filtros de ar, serpentinas de refrigeração e condensadores e
equipamentos similares freqüentemente publicam instruções das quais
se pode determinar o fluxo aproximado do ar.
É característico de tais equipamentos causar uma queda de pressão
que varia proporcionalmente ao quadrado do índice de fluxo.
A Fig. 5 mostra um filtro típico e uma curva de gráfico de ar
versus resistência. Como o gráfico está plotado em papel logarítmico, a curva
aparece como uma linha reta. Nesta
curva, um filtro limpo que causa uma queda de pressão de 0,50 polegadas
de coluna d’água indicaria um fluxo de 2.000
c.f.m. (pés cúbicos por minuto).
Exemplo,
supondo-se uma especificação de fabricante para um filtro, serpentina,
etc.:
O fluxo indicado Q (pés³/min.) = no diferencial
“h” (polegadas de coluna d’água). Para
determinar o fluxo em outros diferenciais, utilizamos a seguinte fórmula:
OUTROS
DISPOSITIVOS PARA MEDIÇÃO DA VELOCIDADE DO AR Existe
no comércio uma ampla variedade de dispositivos para a medição da
velocidade do ar, tais como anemômetros de fio quente A/D para baixas
velocidades de ar, anemômetros de pás rotativas A/D, medidores de
fluxo para áreas variáveis
e transmissores de velocidade do ar. O
Kit Medidor de Velocidade do Ar e de Pressão Estática Modelo 460,
distribuído pela Hygro-Therm, é o anemômetro do tipo de área variável
mais popular e econômico que existe no mercado.
De uso rápido e fácil, é um instrumento portátil, calibrado
para proporcionar uma leitura direta da velocidade do ar. O
Modelo 460 possui uma segunda escala para leitura da pressão estática
em polegadas de coluna d’água. É largamente usado para determinar a velocidade e o fluxo do
ar em dutos, e de grelhas de suprimento e de retorno de difusores.
Dispõe de duas
faixas de escala (alta e baixa) com calibração tanto em pés por
minuto como em polegadas por coluna d’água. Outros instrumentos – Série
M400, 132S, M-400-250 e M400-580 – Manômetro Magnehelic com escala de
velocidade e pressão, manômetro de pressão diferencial digital. COMO
VERIFICAR A PRECISÃO DOS MEDIDORES Use
somente dispositivos de precisão garantida.
Todos os anemômetros e, em menor proporção, os manômetros
portáteis devem ser calibrados regularmente em confronto com um padrão
principal, como por exemplo um manômetro de coluna Hook Gage ou um
micromanômetro de alta qualidade.
Em caso de dúvida envie o seu instrumento à Hygro-Therm
Comercial e Técnica Ltda. para um completo controle de calibragem.
Recomenda-se calibrar o instrumento pelo menos uma vez ao ano. GRÁFICOS
DA VELOCIDADE DO AR
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OBSERVAÇÃO FINAL
Neste
boletim da Hygro-Therm, as equações matemáticas estão exclusivamente
em unidades de medida inglesas, ou seja: pés, polegadas, libras, etc. Para
conversão ao Sistema Internacional de Medidas, pode-se usar as
seguintes equivalências matemáticas: ·
1 polegada =
25,4 mm =
0,0254 m ·
1 pé =
12 polegadas = 0,3048 m ·
1 pé por minuto = 0,005080 metro por segundo ·
1 libra =
0,485 kg ·
°C =
5/9 (°F-32) ·
1 hora =
60 minutos = 3600 segundos ·
1 jarda
= 3 pés
= 0,9144 m ·
14,7 psi = 406, 9 in H2O = 29,93 in Hg = 10340 mm H2O = 760,2 mm
Hg =1014mbar ·
1 mm H2O =
9,806 Pa ·
1 mBar =
1 hPa ·
ºK (Kelvin) = ºC + 273,15º · ºR (Rankine) = ºF + 460º |
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